Somebody: 5 motivos para assistir
Os motivos para assistir hoje são sobre o drama sul-coreano Somebody, um thriller psicológico ousado, sombrio e provocador que mistura tecnologia, solidão e desejo. Lançado em 2022 pela Netflix, o drama é estrelado por Kang Hae Lim, Kim Young Kwang, Kim Yong Ji e Kim Soo Yeon.
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Sum, uma jovem desenvolvedora com traços de autismo, é criadora de um app de encontros chamado Somebody. Quando usuários começam a aparecer mortos após marcar encontros pelo app, ela se vê envolvida com um homem misterioso e perigoso.
Confira os motivos:
1. Um protagonista tão sedutor quanto perturbador
Kim Young Kwang entrega uma das performances mais inquietantes do ano como Sung Yoon Oh, um homem aparentemente encantador, mas com um lado sombrio e letal. A tensão entre ele e Sum desafia o limite entre atração e ameaça, criando cenas que misturam sensualidade e desconforto.
2. Representação rara de uma protagonista neurodivergente
Sum, interpretada por Kang Hae Lim, é uma personagem com traços de autismo retratada com respeito, complexidade e protagonismo. Ela é funcional, inteligente, mas socialmente desconectada, e isso influencia diretamente como ela interpreta (e sente) o mundo ao seu redor.
3. Thriller psicológico com abordagem sensorial e lenta
Ao contrário de thrillers frenéticos, Somebody aposta numa narrativa densa e atmosférica. A direção de Jung Ji Woo (de Eungyo e Tune in for Love) constrói tensão através de silêncios, olhares e pequenas ações, criando uma sensação constante de inquietação.
4. Reflexão sobre tecnologia, solidão e identidade
O app de encontros é o fio condutor da história, mas o drama vai além: explora como as pessoas usam a tecnologia para preencher vazios emocionais, projetar versões ideais de si mesmas e escapar da realidade. Tudo isso com um toque sombrio, quase distópico.
5. Cenas ousadas com propósito narrativo
Somebody não tem medo de mostrar violência, nudez ou desejo, mas faz isso de forma estilizada e narrativa, não gratuita. As cenas mais intensas servem para mostrar vulnerabilidade, obsessão e desequilíbrio, mergulhando o espectador em um universo perturbador.