Todas as vezes que Park Shin Hye ficou sem um dos pais ou sem os dois pais nos k-dramas
Em muitos k-dramas, o passado da protagonista é o que define toda a sua trajetória. E quando o assunto é Park Shin Hye, esse passado quase sempre vem acompanhado de uma grande ausência, a dos pais. Seja perdendo a mãe muito cedo, crescendo sem pai ou ficando completamente sozinha no mundo, suas personagens carregam uma bagagem emocional pesada desde o início da história.
O que poderia ser apenas um detalhe de roteiro acaba se tornando uma coincidência curiosa na carreira da atriz. Ao longo dos anos, Park Shin Hye parece ter desenvolvido um verdadeiro “karma dramático” para interpretar jovens que precisam amadurecer cedo demais, justamente por não terem uma família completa ao seu lado.
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E já que isso se repete com tanta frequência, vale a pena revisitar algumas das vezes em que Park Shin Hye ficou sem um dos pais, ou sem os dois, nos k-dramas.
Stairway to Heaven (2003)

Aqui começa um dos exemplos mais marcantes. A personagem de Park Shin Hye perde a mãe ainda criança e passa a viver sob os cuidados de uma madrasta cruel. Mais tarde, também perde o pai, ficando completamente órfã. Desde muito nova, ela já interpretou uma personagem marcada por abandono, solidão e sofrimento emocional, o que acabou se tornando um dos papéis mais lembrados de sua fase infantil.
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You’re Beautiful (2009)

Go Mi Nam cresce em um orfanato após a morte da mãe, sem qualquer presença paterna. Sua vida é moldada pela ausência completa dos pais, sendo criada em um convento até que precisa assumir a identidade do irmão gêmeo e entrar no mundo do entretenimento. Mais uma vez, Park Shin Hye interpreta uma jovem que cresceu sem estrutura familiar tradicional.
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The Heirs (2013)

Cha Eun Sang vive apenas com a mãe, que é muda e trabalha como empregada doméstica, enquanto seu pai está completamente ausente. Embora ela não seja órfã dos dois, sua realidade é marcada pela falta de uma figura paterna e por uma estrutura familiar frágil, que reforça sua posição social vulnerável ao longo do drama.
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Pinocchio (2014)

Choi In Ha cresce acreditando que sua mãe morreu em um grande acidente. Durante boa parte da vida, ela vive sem a presença materna, o que influencia diretamente sua personalidade e seus conflitos emocionais. Mesmo quando a verdade vem à tona mais tarde, sua criação acontece sob o peso dessa ausência. – Saiba mais!
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Doctors (2016)

Aqui Park Shin Hye vive como Yoo Hye Jung, que perde a mãe ainda na infância e, por ser uma adolescente rebelde, é abandonada na casa de sua avó, onde ela consegue se recompor até perder sua avó durante uma cirurgia. Sozinha no mundo, ela cresce com raiva, frustração e dificuldades para confiar nas pessoas. Sua história é construída totalmente a partir dessa dura perda parental. –Saiba mais!
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Memories of the Alhambra (2018)

Jung Hee Joo vive praticamente como responsável pela própria família, cuidando dos irmãos e lidando com a vida de forma independente. Mesmo que o drama não detalhe profundamente seus pais, fica claro que a ausência de uma estrutura parental forte a obriga a amadurecer cedo demais.
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Sisyphus: The Myth (2021)

Kang Seo Hae cresce apenas com o pai em um futuro devastado. Quando ele morre, ela fica completamente sozinha no mundo. Aqui, a ausência dos pais é literal e absoluta, não há mais ninguém. É um dos retratos mais extremos da solidão que Park Shin Hye já interpretou.
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Doctor Slump (2024)

Em Doctor Slump, assim como muitas de suas personagens, Nam Ha Neul cresce sem o pai, não por conta de uma ausência escolhida, mas porque ele falece cedo, deixando ela sob os cuidados da mãe, a quem ajuda com seu irmão mais novo. A falta do pai nessa produção faz com que Ha Neul amadureça mais rápido, assumindo responsabilidades desde cedo e se tornando alguém extremamente dedicada, séria e focada em dar estabilidade à própria família. – Saiba mais!
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Agora eu te pergunto: coincidência ou maldição dramática?
Depois de olhar para todos esses papéis, fica difícil não perceber um padrão. Park Shin Hye coleciona personagens que perderam ou foram abandonados pela mãe, pai ou ambos, quase sempre carregando traumas que moldam sua personalidade e suas escolhas.
Aqui a perda dos pais parece funcionar como um ponto de partida narrativo, suas personagens começam a história em falta de algo essencial, para então construir força, independência e crescimento ao longo do drama.
Talvez isso explique por que ela é tão convincente nesses papéis. Park Shin Hye sabe dar profundidade à dor silenciosa, ao vazio emocional e à maturidade precoce. Mesmo quando o romance é o foco, sempre existe uma camada de solidão e superação por trás de suas personagens.
No fim, perder pai e mãe nos k-dramas de Park Shin Hye já virou quase uma marca registrada. Não porque seja repetitivo, mas porque ela transforma essa ausência em algo poderoso: personagens que, mesmo quebrados por dentro, continuam caminhando.
Você já reparou quantas vezes Park Shin Hye viveu personagens sem um dos pais ou completamente órfãs? Qual dessas histórias mais te marcou? Teve alguma coisa que eu esqueci?